AVISO PRAZO DE CANDIDATURA BOLSAS DE ESTUDO

ANO LETIVO 2017/2018

A candidatura à atribuição de bolsas de estudo para o ano letivo de 2017-2018 pode ser apresentada:

  • Entre o dia 25 de junho de 2017 e o dia 30 de setembro de 2017;
  • Nos 20 dias úteis subsequentes à inscrição, quando esta ocorra após 30 de setembro;
  • Nos 20 dias úteis subsequentes à emissão de comprovativo de início de estágio por parte da entidade promotora no caso de licenciados ou mestres que estejam a realizar estágio profissional.

A candidatura pode ainda ser submetida entre 1 de outubro de 2017 e 31 de maio de 2018, sendo que, nesse caso, o valor da bolsa de estudo a atribuir é proporcional ao valor calculado para um ano, considerando o período que medeia entre o mês seguinte ao da submissão do requerimento e o fim do período letivo ou do estágio.

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PROBLEMAS NO ACESSO AO MOODLE

Caso esteja com problemas no acesso ao Moodle, deverá enviar uma mensagem para rcardoso@iscet.pt com o seu nome completo, número de aluno e de bilhete de identidade/cartão do cidadão, identificando o seu curso, ano e unidades curriculares em que se encontra inscrito.

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  • Estudo com base nos resultados do programa de avaliação internacional PISA 2015 demonstra que há assimetrias regionais, que os alunos com menos expectativas quanto ao futuro têm piores notas e que o estatuto socioeconómico e cultural das famílias interfere no desempenho escolar.
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  • Em 2015, o PISA avaliou, pela primeira vez, a capacidade dos alunos de 15 anos para resolverem problemas de forma colaborativa. Em 2012 já tinha avaliado a capacidade individual. O desempenho português, sabe-se agora, foi pior do que o obtido na avaliação de conhecimentos em leitura, matemática e ciências.
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  • Em Portugal, as escolas não têm autonomia para gerir professores, os currículos estão essencialmente nas mãos do poder central, os resultados dos testes comandam a organização escolar. Mas não é nas escolas com mais autonomia que as notas dos alunos são melhores.
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  • Ao longo dos anos têm sido muitos os apelos vindos da comunidade educativa e política, a um “pacto educativo”, “um consenso alargado”, sobre os temas fundamentais e mais determinantes em matéria de políticas educativas.
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  • Propostas do Ministério da Educação são discutidas com os sindicatos do setor. FENPROF não está satisfeita com as condições apresentadas. FNE não desiste de uma revisão dos concursos de professores. E as negociações continuam.
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  • Progressos na participação no pré-escolar, nos resultados obtidos no PISA, na redução do abandono escolar precoce e na luta contra o insucesso escolar. Ainda assim, Portugal precisa estar atento ao impacto das desigualdades sociais nos resultados dos alunos.
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  • Estima-se que cerca de 30 mil professores se reformem nos próximos 15 anos e apenas 13 mil entrem no sistema. Nos próximos dois anos, ainda haverá contratação de docentes, depois disso é previsível que o acesso aos quadros volte a fechar. Isabel Flores, doutoranda em Políticas Públicas, faz contas e apresenta estimativas e cenários.
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  • O abandono escolar diminui, a escolarização aumenta, o sucesso dos alunos sobe, mas o fosso territorial agrava-se. Os professores dos quadros preferem escolas das áreas metropolitanas e do litoral norte e centro, as famílias procuram escolas com bons desempenhos. A autonomia das escolas é considerada “uma quimera” e há guetos nos locais de aprendizagem. O mais recente Atlas da Educação mostra um país a várias velocidades.
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  • As engenharias são cada vez mais procuradas pelos bons alunos que entram no Ensino Superior. Nuno Oliveira tem 17 anos e é um desses casos. Entrou com 19,88 valores em Bioengenharia na Universidade do Porto.
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  • Ana Salgado, psicóloga e especialista em Psicologia da Educação, em entrevista ao EDUCARE.PT, lembra aos pais que a educação se faz também pelo exemplo. E explica como as birras das crianças não as devem fazer perder “oportunidades de aprendizagem”.
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